Destinos
Um destino é onde os backups ficam: um servidor SFTP (outro servidor, acessado com usuário e chave ou senha) ou uma pasta deste servidor. O primeiro é criado no Vamos começar ou importado do JetBackup.
● disponível Editar destino: 0.4.127. Duplicar, ativar e desativar: 0.4.161.
Testar e medir
Na tela: Destinos › Testar todos, ou o cartão do destino › Testar conexão. O teste vai passo a passo: rede, SSH (chave do servidor e login), a pasta, gravar e ler um arquivo de teste (apagado em seguida) e a latência. O espaço livre é medido no fim de cada backup, ou por Medir agora.
/var/lib/salvo/salvo destination-test --destination ID
/var/lib/salvo/salvo destination-measure --destination ID
Editar um destino
Na tela: Destinos › o destino › Editar abre a gaveta Editar destino:
| Campo | |
|---|---|
| Nome, Host, Porta, Usuário | |
| Autenticação | Manter a atual, Chave nova ou Senha nova |
| known_hosts | só quando o servidor ou a porta mudam; Buscar do servidor traz a chave |
| Caminho no servidor | a pasta dos backups |
| Compressão | Nenhuma, Rápida ou Equilibrada |
| Conexões ao mesmo tempo | de 1 a 32; mais conexões mantêm ocupado um disco de storage lento |
| Cache local (MB) | por conta; 0 = sem cache (o que é) |
Regras:
- Só o que mudou é gravado.
- Mudança de acesso (usuário, chave, senha) ou de lugar (host, porta, pasta) é testada antes. Se o teste falhar, nada é salvo (O teste falhou: nada foi salvo).
- Mudança de lugar é ação sensível e pode pedir o código do app.
- Se o destino já guarda backups, o lugar antigo vira um destino arquivado: inativo, com o selo arquivado, que só serve para restaurar os backups que estão lá.
- Toda edição vai para a Auditoria.
Pela linha de comando:
# só muda o que você passar
/var/lib/salvo/salvo destination-edit --destination ID --name NOME
# um lugar novo: host, porta e pasta (testado antes de gravar)
/var/lib/salvo/salvo destination-edit --destination ID --host HOST --port PORTA --path /PASTA --known-hosts-from /root/known_hosts
# acesso novo: uma chave ou uma senha a partir de um arquivo (um argumento aparece no ps)
/var/lib/salvo/salvo destination-edit --destination ID --user USUARIO --key-from /root/chave-nova
# compressão (nenhuma, zstd-fastest ou zstd), conexões, cache
/var/lib/salvo/salvo destination-edit --destination ID --compression zstd-fastest --connections 4 --cache-mb 0
Uma compressão nova vale para o que for gravado dali em diante; o que já está no destino fica como está: o motor do Salvo reaproveita o conteúdo que já existe no storage, então o que foi gravado sem compressão continua assim. Para recomeçar com a compressão nova, use uma cópia numa pasta nova.
Cache local
O que é. Uma cópia local do que o motor do Salvo precisa saber sobre o storage: os índices dos blocos já gravados
e a lista de pastas e arquivos dos backups. Fica numa pasta por conta (cache-<destino>-<conta>) no estado do Salvo,
para o backup ou a restauração não buscar tudo isso no storage a cada vez. Nada dele vai para o destino.
Dois ajustes:
| Ajuste | Onde | Padrão |
|---|---|---|
| Tamanho (MB, por conta) | Editar do destino › Cache local (MB); para destinos novos, Configurações › Destinos novos › Cache local dos destinos novos | 256; 0 = sem cache, tudo lido do storage |
| Guardar o cache de cada conta entre execuções | Configurações › Destinos novos | Não: o cache é apagado no fim de cada conta. Vale para todos os destinos (só o tamanho é de cada destino) |
Guardar (Sim):
- Ganho: o backup seguinte não baixa de novo os índices e as listas (menos leitura no storage, conta mais rápida, principalmente com storage remoto ou ocupado), e a busca e a navegação na restauração abrem mais rápido.
Quanto ocupa. O tamanho é um limite por conta, não um espaço reservado: cada conta guarda só o que precisa, até esse limite. Uma conta pequena costuma ocupar bem menos.
O pior caso é todas as contas cheias até o limite. Num servidor com 20 contas e o limite padrão de 256 MB, o cache guardado pode chegar a 5 GB (20 × 256 MB). Num servidor com 700 contas, a até 175 GB.
Por isso o padrão é não guardar: num servidor com muitas contas, esse espaço pode fazer falta. Com poucas contas e disco folgado, guardar vale a pena.
/var/lib/salvo/salvo config --set destino_cache_manter=sim # guardar (nao = apagar, o padrão)
/var/lib/salvo/salvo config --set destino_cache_mb=256 # tamanho para destinos novos
/var/lib/salvo/salvo destination-edit --destination ID --cache-mb 256 # tamanho de um destino
Duplicar, ativar e desativar
Na tela: Destinos › o destino › Duplicar cria uma cópia desativada, já funcionando: mesma configuração, chave, senha, known_hosts e senhas dos repositórios. Na mesma pasta, ela abre o que já está lá; numa pasta nova, cria os repositórios com essas senhas. O nome é "nome (cópia)", numerado se repetir. Desativada, nenhum job grava nela, e tudo pode ser editado.

Ativar / Desativar ligam e desligam um destino. Desativar é recusado enquanto algum job ativo grava no destino: mude o destino do job ou pause-o antes. O destino desativado aparece com o selo desativado na lista. As duas ações vão para a Auditoria.

/var/lib/salvo/salvo destination-duplicate --destination ID [--name NOME]
/var/lib/salvo/salvo destination-enable --destination ID # ativar
/var/lib/salvo/salvo destination-enable --destination ID --off # desativar
Trocar a pasta ou a compressão de um destino em uso
- Duplique o destino.
- Edite a cópia: pasta nova, compressão Rápida.
- Ative a cópia.
- Em Jobs de backup, edite o job e aponte o destino para a cópia (ou
job-edit --job N --destination ID).
O original continua com os backups dele para restaurar; desative-o quando nenhum job ativo o usar.